
Espetáculo Minha avó quem diz
Direção de Daniela Cunha
“Quando alguém se vai, acho que não quer ser lembrado só por mensagem, é bom ter memória do encontro”. Tendo essa frase como um de seus motes, o espetáculo converge no convívio de gerações, através da construção de jogo cênico na relação entre avós e netos. Com inspiração no gênero de teatro documental, a dramaturgia entrelaça a ficção com o autobiográfico e, as memórias familiares, entram em cena como estações de rádio que sintonizam em diferentes frequências e se fragmentam com interferências. Suscitando identificação com o público de todas as idades, a peça eterniza as vozes de nossos avós ao despertar lembranças, enquanto cria-se uma nova memória cultural em experiência teatral. “Minha avó quem diz” almeja enfatizar o momento de encontro que é próprio do teatro enquanto reflete questões atemporais do convivial.
Portfólio do espetáculo

Contando com o apoio do Programa Sesc Maturidade Ativa, o espetáculo foi apresentado como parte do projeto “Minha avó quem diz: uma experiência teatral intergeracional”, contemplado na Política Nacional Aldir Blanc. A experiência começou com um coffee break, movida pela ideia de “companheiro” - aquele que compartilha o pão. Assim, o projeto enfatizou a importância de momentos de convívio e troca, próprios do teatro, provocando memórias afetivas familiares e identificação coletiva através do compartilhamento de histórias e sentimentos.
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Nesta versão, voltado aos idosos, a peça foi apresentada no mês de novembro no Lar das Vovozinhas, no Lar Vila Itagiba e no Abrigo Oscar Pithan. O espetáculo apresentou um momento de identificação e ativação de memórias com o público idoso, enquanto criaram-se novas memórias culturais em experiência teatral. Também levamos a estrutura de iluminação teatral alternativa, realizando uma proposta inédita a cerca de 100 idosos assistidos nos lares.
Financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria/RS.







